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Como comprar ICON em Portugal, 3 passos

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Pesquisa "ICON" ou "ICX" na plataforma, insere o montante em EUR e confirma. A compra é imediata. O ICX tem uma oferta em circulação de cerca de 882 milhões de tokens, com emissão controlada via staking e governança, o que significa que a oferta disponível evolui em função da participação da comunidade na rede.

O que é o ICON (ICX)?

O ICON (ICX) é a criptomoeda nativa da ICON Network, uma blockchain de interoperabilidade fundada na Coreia do Sul em 2017 pela ICONLOOP, uma das empresas de blockchain mais activas do ecossistema asiático, com parcerias com governos, seguradoras e hospitais sul-coreanos. O ICON foi pioneiro na ideia de "hyperconnecting the world", criar uma rede que funciona como uma internet de blockchains, onde redes distintas comunicam entre si sem depender de uma blockchain central como intermediário. Podes comprar ICON em Portugal no Mercado Bitcoin com MB Way ou transferência bancária, a partir de poucos euros.

A ICON Network foi fundada por J.H. Kim e pela equipa da ICONLOOP, com raízes no ecossistema fintech sul-coreano. A Coreia do Sul tem um dos mercados cripto mais activos do mundo, com exchanges locais como a Upbit e a Bithumb entre as maiores a nível global por volume, e o ICON nasceu neste contexto, com um foco claro em casos de uso empresariais e institucionais: identidade digital, registos de saúde partilhados entre hospitais, sistemas de seguro, e integração com governos. A mainnet foi lançada em Janeiro de 2018, coincidindo com o pico do mercado cripto desse ciclo.

O ICX, a criptomoeda nativa da rede, desempenha vários papéis no ecossistema:

  • Staking e governança: Os detentores de ICX podem fazer staking e votar em propostas de governança da rede, influenciando decisões de protocolo e eleição de representantes (P-Reps)
  • Taxas de transação: Cada operação na ICON Network paga uma taxa em ICX, criando procura estrutural proporcional ao uso da rede
  • Recompensas de staking: Quem faz staking de ICX recebe recompensas passivas pagas em ICX, um incentivo para participação activa na rede
  • Garantia no BTP: O protocolo BTP (Blockchain Transmission Protocol) usa ICX como activo de referência em algumas operações de ponte entre redes
  • Ecossistema DeFi nativo: O ICX é o activo de referência em vários protocolos DeFi construídos sobre a ICON Network, incluindo exchanges descentralizadas e protocolos de empréstimo

A grande aposta do ICON é o BTP (Blockchain Transmission Protocol), um protocolo de interoperabilidade nativo que permite às blockchains comunicar diretamente, sem bridges centralizadas sujeitas a hacks. Esta abordagem técnica distingue o ICON de soluções de bridge mais comuns no mercado, e posiciona-o como infra-estrutura de longo prazo para um ecossistema multi-chain.

4 razões para considerar o ICON

Interoperabilidade nativa com BTP, sem bridges centralizadas

A maioria das soluções de interoperabilidade entre blockchains usa bridges, pontes que bloqueiam tokens numa chain e emitem representações numa outra. O problema: bridges centralizadas têm sido o alvo favorito de hacks no ecossistema cripto, com perdas que somam milhares de milhões de dólares em 2021-2023. O ICON aborda o problema de forma diferente: o BTP (Blockchain Transmission Protocol) é um protocolo de interoperabilidade descentralizado que permite às blockchains comunicar directamente, verificando provas criptográficas sem depender de um relayer centralizado. Para um ecossistema multi-chain como o actual, onde Ethereum, BNB Chain, Solana, Cosmos e dezenas de L2s coexistem, a infra-estrutura de interoperabilidade é um dos sectores com maior potencial de crescimento a longo prazo.

Raízes institucionais sul-coreanas, casos de uso reais desde 2018

Ao contrário de muitos projectos cripto que prometem adopção institucional sem a concretizar, o ICON tem um historial documentado de parcerias reais na Coreia do Sul: integração com o BROOF (sistema de verificação de diplomas universitários usando blockchain), MyID Alliance (consórcio de identidade digital com mais de 40 empresas membros incluindo Samsung e Shinhan Bank), e projectos com o Ministério da Ciência e TIC sul-coreano. A Coreia do Sul é um dos países com maior penetração de cripto no mundo, com estimativas de 10-15% da população a ter investido em activos digitais, e o ICON está enraizado neste ecossistema há mais de 7 anos.

DPoC, um modelo de consenso orientado a contribuição real

O ICON usa DPoC (Delegated Proof of Contribution), uma variante do Delegated Proof of Stake que vai além do simples staking financeiro. No DPoC, os representantes da rede (P-Reps) são eleitos não só pela quantidade de ICX que controlam, mas também pela contribuição ao ecossistema: desenvolvimento de dApps, actividade na rede, esforços de marketing e educação. Este modelo tenta alinhar os incentivos dos validadores com o crescimento real do ecossistema, em vez de premiar apenas quem tem mais capital. É uma abordagem de governança que reflecte a filosofia sul-coreana de "crescimento colectivo" (como indicado pelo próprio nome "Blockchain Transmission Protocol", protocolo, não produto proprietário).

Comparável ao Cosmos, mas com foco em adopção empresarial asiática

A narrativa do ICON é frequentemente comparada à do Cosmos (ATOM): ambos apostam em criar uma "internet de blockchains" onde redes distintas comunicam sem depender de uma chain central. A diferença é de mercado e de filosofia: o Cosmos tem um ecossistema mais amplo de zonas independentes (IBC protocol), enquanto o ICON tem um foco mais concentrado em blockchains empresariais e governamentais, especialmente no mercado asiático. Para investidores que querem exposição à narrativa de interoperabilidade, um dos sectores mais discutidos em 2024-2026 com o crescimento de redes como Axelar (AXL) e Polkadot (DOT), o ICX é uma das apostas históricas com presença real no mercado asiático institucional.

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ICX vs Cosmos (ATOM), Comparação

O ICON e o Cosmos são os dois projectos históricos mais associados à narrativa de "internet de blockchains". Ambos nasceram na era 2017-2019, ambos apostam em interoperabilidade como proposta de valor central, e ambos continuam relevantes num ecossistema multi-chain crescente. Esta comparação ajuda a perceber as diferenças reais entre os dois.

ICON (ICX) Cosmos
Protocolo de interoperabilidade BTP (Blockchain Transmission Protocol), descentralizado IBC (Inter-Blockchain Communication), padrão aberto
Arquitectura Rede central com sub-redes conectadas via BTP Hub-and-zone: zonas independentes ligadas pelo Cosmos Hub
Consenso DPoC (Delegated Proof of Contribution) Tendermint BFT (CometBFT)
Foco de mercado Blockchain empresarial e governamental, Coreia do Sul e Ásia Ecossistema DeFi multi-chain e soberania de blockchains
Ecossistema de dApps Crescente, foco em identidade digital, saúde, governo Maduro, Osmosis, Stargaze, dYdX, decenas de zonas activas
Fundação ICONLOOP (Coreia do Sul, 2017) Interchain Foundation (Suíça, 2016)
Comparável a Cosmos com foco institucional asiático Polkadot com filosofia mais aberta e DeFi-first

Métodos de pagamento para comprar ICON

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Vale a pena comprar ICON em 2026?

O ICON ocupa uma posição de nicho clara no mercado: é um dos poucos projectos de interoperabilidade com historial comprovado de adopção institucional, especialmente na Coreia do Sul, um dos maiores mercados cripto do mundo. O protocolo BTP representa uma abordagem técnica diferente das bridges convencionais, e numa era onde os hacks de bridges custaram milhares de milhões ao ecossistema, a proposta de interoperabilidade descentralizada tem apelo crescente. Factores que podem influenciar o preço do ICX:

Adopção do BTP por novas blockchains

Cada nova chain que integra o BTP aumenta a utilidade da rede ICON e cria procura estrutural por ICX como activo de protocolo

Crescimento do mercado cripto sul-coreano

A Coreia do Sul é um dos mercados mais activos do mundo. Eventos regulatórios, ciclos de mercado e adopção local impactam directamente o interesse no ICX como token "doméstico" das exchanges coreanas

Narrativa de interoperabilidade

Em ciclos de mercado onde a narrativa multi-chain domina, como aconteceu em 2021 e como parece voltar a ganhar tração com o crescimento de L2s, projectos de interoperabilidade como ICON, Cosmos e Polkadot tendem a beneficiar

Desenvolvimento do ecossistema DeFi nativo

A ICON Network tem o seu próprio ecossistema de dApps, DEXs e protocolos DeFi. Quanto maior o volume e a actividade neste ecossistema, maior a procura de ICX para taxas e staking

Ciclos cripto gerais

O ICX atingiu o ATH de €10,65 em Janeiro de 2018, o pico do primeiro grande ciclo cripto. A distância actual ao ATH (98%) reflecte tanto a amplitude desse ciclo como a volatilidade estrutural do mercado

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Dúvidas Frequentes

O BTP é o protocolo de interoperabilidade nativo do ICON, a tecnologia que permite a diferentes blockchains comunicarem entre si de forma descentralizada. A diferença face às bridges convencionais é fundamental: as bridges tradicionais bloqueiam tokens numa chain e emitem representações numa outra, dependendo de relayers ou multisigs centralizados que são alvos frequentes de hacks (Ronin Bridge: $625M, Wormhole: $320M, Nomad: $190M, todos em 2022). O BTP usa provas criptográficas verificáveis (Message Verification) para garantir que uma mensagem enviada de uma chain para outra é autêntica, sem depender de um intermediário de confiança. Em termos práticos: se uma chain A envia uma mensagem para a chain B via BTP, a chain B consegue verificar criptograficamente que a mensagem é genuína, sem confiar num relayer central. O ICON foi uma das primeiras blockchains a implementar este conceito de interoperabilidade descentralizada, antes de projectos mais recentes como o Axelar (AXL) ganharem tração com abordagens similares.

A Coreia do Sul é um dos mercados cripto mais sofisticados do mundo por várias razões estruturais. Primeiro, a penetração tecnológica: a Coreia tem uma das infra-estruturas de internet mais rápidas do planeta e uma cultura de adopção tecnológica acelerada, o mesmo país que popularizou o PC bang (cibercafés de gaming) nos anos 2000 abraçou o cripto com entusiasmo a partir de 2017. Segundo, o volume: exchanges coreanas como a Upbit e a Bithumb estão consistentemente entre as maiores do mundo por volume diário, e o "kimchi premium", a diferença de preço entre Bitcoin na Coreia e noutros mercados, tornou-se um indicador seguido globalmente. Terceiro, o enquadramento institucional: o governo sul-coreano foi um dos primeiros a regular activamente o sector cripto, criando um ambiente de conformidade que facilitou parcerias com bancos, seguradoras e entidades governamentais, o terreno fértil onde o ICON cresceu. A ICONLOOP, empresa por detrás do ICON, aproveitou exactamente este contexto para construir casos de uso reais: o sistema BROOF de verificação de diplomas, a MyID Alliance para identidade digital e projectos com o Ministério da Ciência sul-coreano são exemplos de adopção que poucos projectos cripto conseguiram replicar com instituições governamentais.

O staking do ICON é um dos mais acessíveis do ecossistema de blockchains de primeira geração. O processo funciona em três camadas. Primeiro, o staking simples: os detentores de ICX fazem lock dos tokens na carteira compatível (ICONex ou MyICONWallet) e automaticamente ganham recompensas passivas, denominadas "I-Score", que podem ser convertidas em ICX. Segundo, a votação em P-Reps: ao fazer staking, o detentor pode distribuir os seus votos entre os P-Reps (Public Representatives), os validadores eleitos da rede. Os P-Reps recebem recompensas de bloco e redistribuem uma parte aos seus delegadores. Terceiro, a participação em governança: os votos dos detentores de ICX determinam quais P-Reps têm mais poder na rede e nas votações de propostas de protocolo. As recompensas de staking do ICX variam em função do total de ICX staked na rede e das políticas de recompensa dos P-Reps escolhidos, mas historicamente situam-se entre 6% e 16% ao ano em ICX. No Mercado Bitcoin, podes comprar ICX e transferir para a tua carteira pessoal para fazer staking, ou simplesmente deter o token na plataforma enquanto decides a tua estratégia.

O preço do ICON (ICX) varia em tempo real. Consulta a cotação actual do ICX em EUR na plataforma do Mercado Bitcoin. O preço é actualizado ao segundo e reflecte o mercado global.

Podes comprar ICON a partir de poucos euros no Mercado Bitcoin. Não é obrigatório comprar uma quantidade mínima de ICX, podes comprar a fracção que quiseres. Com €50 já tens exposição ao token. O depósito via MB Way ou transferência bancária não tem comissão.

O ICON tem fundamentos distintos: blockchain de interoperabilidade com BTP descentralizado, adopção institucional real na Coreia do Sul e um modelo de consenso orientado a contribuição. É um investimento de risco elevado, adequado para quem já tem exposição a cripto mais estabelecido e quer diversificar com um projecto de interoperabilidade com historial comprovado.pt/aforro-digital) do Mercado Bitcoin (rendimento fixo até 6% ao ano em EUR).

Sim. O ICX tem staking nativo na ICON Network. Podes fazer staking de ICX, votar nos P-Reps (validadores eleitos) e receber recompensas passivas em ICX. As recompensas históricas situam-se entre 6% e 16% ao ano, dependendo do total de ICX staked e das políticas do P-Rep escolhido. O staking é feito através da carteira ICONex ou MyICONWallet. No Mercado Bitcoin, podes comprar ICX e transferir para a tua carteira pessoal para fazer staking.

Sim. O Mercado Bitcoin (Smart Token Lda.) é a primeira corretora registada no Banco de Portugal. O grupo MB tem mais de 4,2 milhões de clientes a nível global. Os ativos são protegidos com encriptação e armazenamento seguro. Suporte ao cliente no teu próprio idioma, com equipa na Europa e América Latina.

Se venderes criptomoedas com lucro e as tiveres detido por menos de 365 dias, a mais-valia está sujeita a tributação autónoma de 28%. Se detiveres por mais de 365 dias, a mais-valia está isenta para pessoas singulares. Em dúvidas, consulta um contabilista.

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